Você atende casos de estética corporal todos os dias. Investe em aparelho. Faz curso atrás de curso. Mas quando a paciente não responde ao protocolo, sobra a sensação de que faltou alguma coisa — e você não sabe dizer o quê.
Na maior parte das vezes não faltou técnica. Faltou ler o corpo dela antes de ligar o aparelho: o cortisol que redistribui a gordura, a tireoide que trava a celulite, a insulina que segura o resultado, o intestino que inflama a pele.
É por isso que esta pós-graduação começa pela interpretação de exames, e não pela tecnologia. Porque quem decide com critério clínico para de trocar de aparelho procurando o resultado que o protocolo certo já entregaria.
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